PM de Muriaé registra duplo homicídio de tio e sobrinho

PM de Muriaé registra duplo homicídio de tio e sobrinho

Dois homens – tio e sobrinho – foram assassinados a tiros na Rua Juiz de Fora, no bairro Santa Terezinha, em Muriaé, na manhã dessa terça-feira, 12. O homem, de 35 anos, morreu no local. Já o sobrinho dele, de 27, chegou a ser socorrido, mas faleceu ao dar entrada no Pronto-Socorro do Hospital São Paulo (HSP). Ainda não há detalhes sobre a autoria do duplo homicídio.

Em entrevista à Rádio Muriaé, no local do crime, o aspirante a oficial da Polícia Militar (PM), André, disse que ambas as vítimas tinham passagens policiais e que uma delas havia conquistado a liberdade recentemente. Segundo ele, o tio respondia por tentativa de homicídio, tráfico de drogas e disparos de arma de fogo, e o sobrinho possuía passagem por porte ilegal de arma.

O aspirante relatou que o tio foi atingido com vários tiros na cabeça e que seu sobrinho foi levado ao HSP em um carro particular, mas morreu assim que chegou àquele Pronto-Socorro. Sobre a autoria, o policial disse que poucas informações foram passadas: "Apenas uma testemunha se prontificou a prestar algumas informações e disse que um homem, usando roupas pretas, atirou nas vítimas e correu em direção ao chamado escadão", contou. Nenhum suspeito foi localizado até o momento. Os corpos das vítimas foram levados ao Instituto Médico Legal - IML Municipal para exames de necropsia.

Corpo não identificado

O corpo de um homem não identificado, que trajava bermuda e camisa pretas, foi encontrado também na manhã dessa terça-feira, em Leopoldina, às margens de uma estrada há cerca de dois quilômetros de Vista Alegre, distrito de Cataguases. A localidade faz divisa com aquele município onde o corpo foi localizado por volta de 8h. Por isso, foi acionada uma equipe do Samu e viaturas das policias militar e civil de Leopoldina, que assumiram o caso e tomaram as providências de rotina.

A vítima apresentava ferimentos na cabeça aparentando ter sido agredida a pauladas e não portava documentos, o que impediu ser identificado no local. Algumas pessoas que passaram pelo local também não o reconheceram e a polícia analisa seus arquivos com este objetivo. O perito técnico da Delegacia de Polícia Civil de Leopoldina, Marcelo Pacheco, realizou os levantamentos necessários, liberando o corpo para que fosse removido pelo serviço funerário para o IML de Leopoldina.

Da redação/Colaboração José Augusto Cabral

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